sábado, 31 de março de 2012

DESAFIO DE HOJE...


Seria impossível para um habitante do planeta Terra, nascido no século XVIII, imaginar nosso planeta com tanta gente vivendo nele.
Naquela época, a população crescia lentamente, devido às precárias condições de saúde e limitações da medicina.
Foi somente a partir do século XIX que a população mundial começou a crescer mais intensamente.
No ano 1800, éramos apenas um bilhão de pessoas na Terra. Nessa época, a população começava a crescer tão rapidamente que alguns estudiosos afirmavam que não haveria alimentos para todos.
Alegavam esses pesquisadores que a população cresceria muito mais rápido que a capacidade de gerar alimentos. Assim, não teríamos como alimentar a todos por falta de recursos.
Hoje, neste início do século XXI, somos sete bilhões de seres reencarnados no planeta. E, surpreendentemente, desenvolvemos competência para gerar alimentos para todos.
A evolução tecnológica, as pesquisas científicas, novas técnicas desenvolvidas nos mais variados campos permitiram que a vida florescesse de forma tão pulsante.
São os ganhos na agricultura, na medicina, na saúde pública que nos dão condição de vivermos, todos os sete bilhões de habitantes, em nosso planeta.
E hoje, as maiores dificuldades para viver tantos no mesmo planeta, não são as tecnológicas, como previram alguns.
Hoje, quando mais e mais nos esbarramos, nos encontramos e convivemos em espaços mais ocupados, o maior problema do homem é o próprio homem.
Não dependemos, hoje, para sobreviver, de descobertas ou invenções miraculosas. Essas, graças aos grandes homens da ciência, vêm se fazendo a seu tempo e dando seu contributo.
Dependemos apenas de nós mesmos. Agora que somos tantos, faz-se urgente que aprendamos a conviver, a viver em comunidade, a confraternizar em paz e harmonia.
Nesse dias onde tantos se isolam atrás de muros, onde muitos fogem na solidão de seus lares vazios, nunca foi tão urgente que aprendamos a nos tolerar, a nos entender.
Vivemos tempos onde as pessoas são intolerantes com as pequenas dificuldades do dia a dia.
São capazes de se digladiar por dificuldades no trânsito, de se ofenderem por um desentendimento qualquer, de agredirem-se fisicamente por motivos banais e fúteis.
Jamais aqueles de ontem poderiam imaginar ser a terra capaz de abrigar tanta gente.
Mas talvez não poderiam supor que o maior desafio seria o da convivência, o de aprendermos a nos amar.
* * *
Se já dominamos o mundo com a tecnologia e a ciência, faz-se agora o tempo de conquistarmos nosso mundo íntimo com o amor e a tolerância.
Somente assim, a Terra se fará berço bendito para todos, a fim de que se cumpra o desígnio para cada um de nós, conforme assevera Jesus: Aprender a amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Redação do Momento Espírita.
Em 31.03.2012.

sexta-feira, 30 de março de 2012

O QUE DEVEMOS CURAR EM NÓS?


Todos os tipos de comportamento, de raciocínios, de características de personalidade, que nos diferenciam dos nossos irmãos mais evoluídos do Plano Astral, dos Mestres, dos Orientadores.


Eles estão num lugar de freqüência vibratória mais elevada.O que nós temos e eles não têm mais são as impurezas e as imperfeições, das quais viemos nos libertar. O nosso caminho nos direciona para a perfeição e eles nos sinalizam o rumo, mas para isso é preciso que não culpemos nada e ninguém e entendamos que as nossas imperfeições são coisas nossas, que nos acompanham há muito tempo, há muitas encarnações.


E se isso acontece é porque não temos realmente aproveitado nossas encarnações para nos libertarmos delas, nos curarmos, nos purificarmos.


O ser humano é muito incompetente na sua evolução espiritual. Geralmente lida melhor com o terreno, o material. A regra de ouro é: ante um fato desagradável fique bem atento ao que emerge de negativo de dentro de si.


Aí está a imperfeição que veio ser eliminada!


Se acreditar que tem razão para sentir essa imperfeição, entenda que esse raciocínio está vindo do seu Eu Inferior, uma fonte nada confiável... Os nossos Eus inferiores sempre acham que têm razão para sentir e manifestar raiva, mágoa, tristeza, medo, etc. Enquanto que os nossos Eus Superiores ficam "torcendo" para que diante as situações que fazem essas imperfeições aparecerem, nós aproveitemos para nos curarmos delas, entendendo que essas situações, aparentemente negativas, são potencialmente positivas para a nossa evolução espiritual (purificação).


Colocar as questões aparentemente injustas ou desagradáveis como questões potencialmente positivas e não negativas, ou seja, experiências oportunizadoras necessárias para a nossa evolução, faz com que o paciente, ao invés de vitimizar-se, passe a entender que esses fatos, são, na realidade, testes necessários e indispensáveis, e se ele os vencer estará cumprindo a sua Missão.


Se for derrotado, essa encarnação vai aos poucos perdendo seu sentido, pela repetição de erros e enganos (mágoa, raiva, medo, insegurança, etc.) já cometidos em encarnações anteriores.


O caminho para a vitória é a liberdade emocional, de si mesmo e dos outros, através da compreensão da relatividade da persona e de suas ilusões, por seu caráter temporário, de apenas uma encarnação. Na verdade, quanto mais "obstáculos" encontrarmos pelo caminho, mais estaremos sendo exigidos por nós mesmos para vencê-los e superá-los.


E se os testes e provas parecem pesados demais, das duas uma: ou somos evoluídos o suficiente e nos propusemos na fase pré-reencarnatória a enfrentá-los para tentar vencê-los ou somos "merecedores" daquilo por acúmulo de erros e enganos em vidas terrenas anteriores e optamos por vivenciá-los na esperança de superá-los.


Somos seres que estão evoluindo nesse planeta e isso implica na necessidade de passarmos pelas situações aqui vigentes e que irão nos atingir, nos conflitar. A finalidade disso é fazer vir à tona o que temos de curar em nós, o que ainda temos de imperfeito.


Então nós descemos do Plano Astral da Terra para encontrarmos essas situações, e elas são consideradas ruins, injustas e cruéis porque fazem aflorar o que temos de desagradável em nós.


Por exemplo, alguém que necessita curar uma antiga tendência de magoar-se, sentir-se abandonado e rejeitado, necessitará passar por situações que lhe façam confrontar-se com isso para que venha à tona essa tendência. Num primeiro momento, ele sentir-se-á magoado, abandonado e rejeitado, pois isso é o que veio "dentro" dele para ser curado e se continuar toda a sua vida com esses sentimentos negativos, com essa tendência, passará por mais e mais situações semelhantes e de nada adiantará o sofrimento decorrente, já que o que deve ser curado e não está sendo, seguidamente será confrontado com situações semelhantes
(gatilhos).
Se desencarnar com essa tendência, voltará a encarnar para passar por situações idênticas, em seu conteúdo emocional, para tentar novamente.


Então, nesse exemplo, se uma infância extremamente traumática, com um pai ou uma mãe ausente, fizeram emergir tais sintomas, visto pelo enfoque terreno, ilusório e patogênico, foi uma situação injusta e cruel, que "gerou" a mágoa e o sentimento de rejeição.


Mas, visto pelo enfoque reencarnacionista, nada foi injusto e cruel e sim experiências necessárias, elaboradas no próprio tecido do destino daquela Alma, e que visam fazer aflorar o que veio para ser curado nessa encarnação e que necessitava de tais situações para ser revelado e poder ser curado.


Quem veio curar o orgulho vai ter de passar por situações que façam aflorar o orgulho; quem veio curar a mágoa vai ter de passar por situações que façam aflorar a mágoa; quem veio curar a raiva vai ter de passar por situações que façam aflorar a raiva; e assim por diante.


Para quem veio para trabalhar questões como dinheiro, beleza, poder, etc., desde a infância surgirão situações e experiências que farão vir à tona o que veio para ser curado.


Se for encarado pelo ponto de vista da Personalidade Inferior o mais provável é que a verdade seja distorcida e as ilusões predominem, gerando conseqüências comportamentais em desacordo com os objetivos da Essência. Isso se aplica em quem reencarna em famílias com grande poder aquisitivo, em uma “casca” muito bonita, atraente, etc. E também o contrário, em quem nasce em famílias muito pobres, quem nasce com uma “casca” feia, etc.


*O psicoterapeuta reencarnacionista deve sempre lembrar ao seu paciente que existe um por quê dele ter vindo em uma família rica, ou em uma pobre, com um veículo físico bonito, ou feio, etc.


*Tudo tem uma explicação e uma finalidade, e sempre visa aflorar o que necessitamos purificar em nós. Uma pessoa não vale pelo que aparenta ser e sim pelo que é realmente. Muitas vezes, alguém de uma classe inferior, para usar um termo de estratificação social, é mais evoluído espiritualmente do que outro de classe mais elevada, mas é tratado como inferior.


*Conheço empregadas domésticas mais evoluídas do que suas patroas e secretárias mais evoluídas do que seus patrões.


Enquanto ainda estamos longe do tempo em que todas as pessoas exercerão trabalhos gratificantes e edificantes, que visem a evolução de si próprios e da humanidade, é de fundamental importância que os terapeutas e as terapias em geral atentem para essas questões que colocamos aqui.


Aos que não sabem o que estão fazendo aqui, os que não acham importante viver, os que prendem-se em sentimentos negativos, em pensamentos autodestrutivos, os que fogem nas drogas, socialmente aceitas ou não, os que vivem por viver, os que prendem-se ao fútil e ao superficial e a todos os que não sabem do que estamos falando aqui, o psicoterapeuta
reencarnacionista deve mostrar que existe, sim, um objetivo em viver, que é importante, sim, estarmos aqui, que a vida terrena é como uma corrida de obstáculos e que é de fundamental importância para as Essências que as suas Personalidades terrenas sejam vencedoras nessa prova.


*É preciso que saibam que esses obstáculos desaparecerão quando forem vencidos, pois não mais serão necessários, e que não são negativos em si, mas apenas experiências possibilitadoras de vitória.


Reflexão de  Mauro Kwitko em 19/03/2012
maurokwitko@yahoo.com.br 

PACIÊNCIA – MENSAGEM DO GRUPO ARCTURIANO


Queridos, estamos aqui para encorajá-los a terem paciência.

Nós vemos seu desânimo quando nada parecer mudar, mas nós lhes asseguramos que muito está mudando.

Vocês não estão cientes de tudo o que está acontecendo nos bastidores.

Tentem não se desanimar ou manter conceitos pré-concebidos de como os eventos devem se desenrolar, simplesmente permitam o processo enquanto deixam ir quaisquer crenças que vocês ainda possam ter de como o processo deve se manifestar.

Tudo está progredindo de acordo com o plano e tudo está perfeito.

Muitos de vocês estão tentando viver dos modos que vocês creem que deveriam: vivendo a partir de ideias que provém de livros religiosos ou metafísicos, ou a partir das experiências dos outros.

Liberem quaisquer e todos os conceitos de como a ascensão deveria parecer, escolhendo simplificar a vida no momento do agora, aceitando cada dia como um presente do Divino interior, enquanto praticam viver a Verdade que vocês conhecem.

Vejam o Divino nos outros e lembrem-se de quem vocês e os outros são, mesmo que eles próprios não tenham interesse em saber disto.

Façam isto para aqueles que vocês veem nas notícias, nos seus jornais ou enquanto vocês passam por seu dia normal.

Reconheçam o Plano Divino em tudo ao seu redor.

Esses pequenos passos gradualmente mudam seu estado de consciência e os levam para o total despertar.

Não parecerá um enorme estouro de energia que os jogará num mundo novo sem nenhum esforço da sua parte.

Alguém não está "salvo" por simplesmente declarar que está.

Vocês criam o novo mundo com cada pensamento, palavra e ação vividos na verdade e no entendimento de quem e do que é real.

Esta é a jornada espiritual.

Sim, as coisas na Terra estão se acelerando agora, e mais e mais oportunidades haverá para vocês praticarem viver cada momento a partir de um espaço da verdade e centrado, e é assim que é feito.

Haverá mudanças que vocês logo verão em seu governo e nos governos de outros países. Muitos estarão partindo e seus lugares serão tomados por outros mais iluminados.

Rapidamente está se aproximando o tempo de aqueles que evitaram, em dúvida e descrença, "embarcarem no navio" ou partirem.

A energia de dimensão mais alta não apoiará aqueles que escolhem permanecer nas frequências mais baixas.

Muitos ficarão chocados pelas revelações que em breve surgirão, mas mesmo que estejam chocados, eles devem abrir seus corações para um novo modo de ver e acreditar ou serão deixados para trás.

Estas parecem palavras dura, mas o tempo está ficando curto para a abertura da consciência para a verdade.

Vocês estão trabalhando arduamente por milhares de anos na velha energia tridimensional. Foi um jogo bem executado, mas nunca teve a intenção de continuar para sempre.

O jogo acabou, queridos, e é hora de continuar com sua jornada para a energia superior da verdade e do reconhecimento de quem vocês e todos são.

Nós pedimos a todos para enviarem luz para as pessoas e as áreas de Gaia que ainda estão ressoando com as frequências mais baixas. Apenas enviem Luz sem intenções específicas ou comprometimentos, porque a Luz sabe o que é necessário, ela é Onisciente.

Vejam a luz que flui do seu centro cardíaco ser dada gratuitamente para aqueles que ainda não estão cientes de sua própria luz. Sua Fonte de Luz nunca poderá se esgotar, pois ela é infinita.

Enquanto vocês veem e fluem Luz para o mundo, não tentem mudar nada, pois ao tentarem mudar alguma coisa, vocês estão na energia tridimensional vendo a partir da dualidade e separação.

Vocês veem que, na realidade, não há nada para se mudar, pois tudo já é Um dentro da Perfeição de uma Consciência Divina Onipresente.

A humanidade, na ignorância disto, formou um mundo que aparenta ser muito aquém de perfeito.

Nós não estamos dizendo para vocês se acomodarem e dizerem: "Ah, bom, tudo isso é uma ilusão, então não vou fazer nada."

Nós estamos dizendo que a alma iluminada conhece, e sempre, a verdade, então deem os passos que o humano pode ser orientado a dar - às vezes poderá ser para não fazer nada, outras vezes haverá uma ação de algum tipo.

Fluam Luz para vocês todos os dias no seu momento de quietude; vejam-na fluir do seu centro cardíaco para seus corpos físico, emocional, mental e espiritual com a intenção de clarificar qualquer coisa e tudo de uma ressonância inferior.

Escolham purificar toda energia prolongada de doença herdada, votos religiosos, promessas antigas, memórias celulares doloridas, crenças falsas, energias emocionais negativas e tudo dentro dos seus campos de energia que ainda porta e mantém as frequências mais baixas, pois agora é a hora de liberar, purificar e deixar ir.

É muito importante cortar conscientemente quaisquer cordões de apego que vocês ainda podem ter a pessoas, deixando-as ir, na percepção de que cada indivíduo tem uma jornada, um Eu Superior e Guias para ajudá-lo e que ele encontrará seu caminho como vocês o encontraram.

Os cordões são formados de uma conexão de energia excessivamente negativa ou positiva com certas pessoas ou coisas.

Muitas vezes será uma criança. Normalmente é alguém com que tivemos negociações muito menos positivas e desejamos evitar. Frequentemente é alguém em que pensamos sempre.

Cordões de energia, negativa ou positivas, podem vir conosco de outras vidas e atuam para nos manter escravizados a outra pessoa ou a alguma coisa. Nunca tenham medo de conscientemente liberar os cordões de apego. É importante e é a hora.

Liberar os cordões de energia não significa que vocês não podem ter essas pessoas em sua vida, significa que o relacionamento tornar-se-á diferente e mais livre.

Quando vocês cortam qualquer falsa sensação de "NECESSIDADE" de alguém, ou de alguma coisa em sua vida, vocês começam a perceber que nenhuma coisa ou pessoa pode torná-los mais inteiros e completos do que vocês já são.

Esta percepção está afetando muitos relacionamentos baseados nas antigas crenças tridimensionais, principalmente se um parceiro entende isto e o outro não.

Façam uma experiência - ouçam as antigas canções de amor dos anos 40 e vocês terão um bom exemplo do apego e da crença de que o bem de alguém está fora dele.

Muitos vivenciarão uma carga pesada quando ouvirem estas canções. É a energia que a canção contém que vocês sentem e não mais ressoam com ela.

Deixem ir, queridos, deixem ir.

Nada real jamais poderá ser perdido, apenas visto e experimentado num nível mais alto.(*)

(*) Nota Stela - "Nada real pode ser ameaçado... Nada irreal existe. Nisto está a Paz de Deus" - Um Curso em Milagres.

Não tenham medo de cair nos braços da Verdade, pois o que vocês encontram nela será muito mais do que vocês jamais poderiam imaginar na antiga e limitada energia.

A metafísica é uma tentativa de transformar um quadro ruim em bom através de muitas e variadas modalidades.

O misticismo é a percepção de que não há nada para mudar.

Neste momento todos estão sendo orientados para entrar no misticismo: um modo mais verdadeiro de ver e crer.

A metafísica ainda funciona para muitos porque ela ressoa com o estado de consciência deles.

Agora a maioria dos livros "espirituais" disponíveis é metafísica, orientando o leitor a fazer isto ou fazer aquilo para ultrapassar os problemas e se tornar mais "espiritual".

Se vocês não mais ressoarem com estes livros e ensinamentos, então vocês estão sendo orientados para ir além da metafísica e entrar no misticismo - a percepção de que vocês já são e sempre foram completos.

É hora de deixar ir TUDO que é antigo e acabado, não importa o quão intensamente vocês acreditaram que precisavam de alguma coisa para se sentir felizes.

Isto é ascensão.

Nós Somos o Grupo Arcturiano.

Canalização de Marilyn Rafaelle em 25/03/2012
http://www.onenessofall.com/
http://stelalecocq.blogspot.com/



quinta-feira, 29 de março de 2012

QUEM É VOCÊ... REALMENTE?



Mesmo que de mais ou menos valia, não é quem você é.


É  simplesmente um pensamento.


A verdade sobre quem você é, não pode ser pensada, porque é a fonte de todos os pensamentos. A verdade sobre quem você é não pode ser nomeada ou definida.


Palavras como luz, alma, Deus, a verdade, Eu, consciência, inteligência universal, ou divindade, enquanto capazes de evocar a alegria da verdade, são bastante inadequadas, como uma descrição da imensidade de quem você realmente é.


No entanto você se identifica: como filho, adolescente, uma mãe, um pai, uma pessoa idosa, pessoa saudável, doente, uma pessoa que sofre, ou uma pessoa iluminada - sempre, por trás de tudo isso, está a verdade sobre si mesmo.


Isto não é estranho para você. É tão perto que você não pode acreditar que é você.


A verdade sobre quem você é, está além de qualquer conceito sobre quem você é, por mais ignorante ou esclarecido inútil ou grandioso.


A verdade sobre quem você é está livre de tudo isso.


Você já está livre e tudo o que bloqueia a sua realização desta liberdade é a sua própria ligação com algum pensamento sobre quem você é.


Este pensamento não o impede de ser realmente quem você é. Você já é isso. O pensamento separa você da realização de quem você é.


Convido você a dar um mergulho em direção ao que sempre esteve aqui, abertamente esperando pela sua própria auto-realização.


Quem é você, realmente? Você é alguma imagem que aparece em sua mente? Você é alguma sensação que aparece em seu corpo? Você é alguma emoção que passa por sua mente e corpo? Você é o que alguém disse sobre você, ou você está se rebelando contra algo simplesmente porque alguém disse que você faz isso?


Estas são algumas das muitas possibilidades de erros de identificação. Todas essas definições vêm e vão, nascem e depois morrem.


A verdade sobre quem você é não vai e vem. Ela está presente antes do nascimento, durante toda uma vida, e após a morte.


Descobrir a verdade sobre quem você é, não só é possível como é o seu direito por nascimento.


Qualquer pensamento de que esta descoberta não é para você, de que agora não é o tempo, de que você não é digno, de que você não está pronto, de que você já sabe quem você é, são apenas truques da mente.


É tempo de investigar este "eu penso" e ver o que ele realmente tem verdade. Nesta busca, há uma abertura para a inteligência consciente que você é para, finalmente, reconhecer a si mesmo.


A pergunta mais importante que você pode sempre pode fazer a si mesmo é: Quem sou eu? De uma certa maneira, esta tem sido uma questão implícita em todas as etapas de sua vida. Cada atividade, individual ou coletiva é motivada em sua raiz por uma busca de auto-definição.


Normalmente, você busca por uma resposta positiva a esta pergunta e foge de uma resposta negativa.


Uma vez que esta questão torna-se explícita, a dinâmica e o poder desta pergunta direciona a busca para a verdadeira resposta, que é aberta, viva, e preenchida cada vez mais com a profunda introspecção.


Você tem experimentado ambos: sucesso e fracasso. Depois de um certo tempo, cedo ou tarde você percebe que, quem você é, se esta definição tiver sido feita, ela não é satisfatória.


A não ser que esta questão tenha sido verdadeiramente respondida, não apenas convencionalmente respondida, você ainda vai estar com fome de saber.


Porque, não importa como você tenha sido definido pelos outros, bem-intencionados ou não, e não importa como você definiu a si mesmo, nenhuma definição pode trazer certeza duradoura.


O momento de reconhecer que nenhuma resposta satisfaz a esta pergunta é crucial. É muitas vezes referido como o momento de maturação espiritual, o momento de maturidade espiritual.


Neste ponto, você pode conscientemente investigar quem você realmente é. Em seu poder e simplicidade, a pergunta Quem sou eu? lança a mente de volta para a raiz da identificação pessoal, para o pressuposto básico: eu sou alguém.


Em vez de automaticamente tomar essa suposição como a verdade, você pode investigar mais profundamente. Não é difícil ver que este pensamento inicial, "Eu sou alguém", leva a todos os tipos de estratégias: a ser um melhor alguém, um alguém mais protegido, um alguém com mais prazer, mais conforto, mais realização.


Mas quando esse pensamento muito básico é questionada, a mente encontra o Eu que se presume ser separado do que tem sido procurado. Isso é chamado de auto-investigação. Esta questão mais básica: Quem sou eu? é aquela que é a mais negligenciada.


Passamos a maior parte dos nossos dias dizendo a nós mesmos ou aos outros que nós somos alguém importante, alguém sem importância, alguém grande, alguém pequeno, alguém jovem, alguém de idade, nunca verdadeiramente questionando o pressuposto mais básico: Quem é você, realmente? Como você sabe: isto é quem você é? Esta é a verdade? Realmente? Quando você se volta para a questão: Quem sou eu? talvez você veja uma entidade que tem a sua face e seu corpo.


Mas quem está ciente de que entidade é essa? Você é o objeto, ou, você é a consciência do objeto? O objeto vem e vai. O pai, o filho, o amante, o abandonado, o iluminado, o vitorioso, o derrotado. Essas identificações todas vêm e vão.


A consciência destas identificações está sempre presente. A identificação errada de si mesmo como um objeto leva ao extremo prazer ou extrema dor e a ciclos de sofrimento intermináveis.


Quando você finalmente parar com a identificação errada e descobrir definitiva e completamente que você é a própria consciência e não estas definições impermanentes, a busca de si mesmo termina.


Quando a pergunta Quem? é seguida inocentemente, com pureza, todo o caminho volta para sua fonte, há uma realização enorme, surpreendente: Não existe identidade nenhuma! Há apenas o reconhecimento, indefinível ilimitado de si mesmo como inseparável de qualquer outra coisa.


Você é livre. Você é o todo. Você é infinito. Não há um fim para você, não há limites para você. Alguma idéia sobre si mesmo aparece em você e desaparece de volta em você. Você é conscientização, e conscientização é consciência.


Deixe todas as auto-definições morrerem neste momento. Deixe-as irem, e veja o que resta. Ver o que nunca nasceu e que não morrerá. Sinta o alívio de deixar ir o fardo de definir a si mesmo. Experimente a não-realidade do fardo. Experimente a alegria que está aqui. 
Descanse na paz infinita de sua verdadeira natureza antes de qualquer pensamento 
do Eu aparecer.





FONTE: 
http://dotsub.com/view/15f0467f-d351-4224-acf5-df3f2ba9d5a0#.T1zfgMuRFkm.gmail

quarta-feira, 28 de março de 2012

SOBRE SER HUMILDE – MENSAGEM DE ARCANJO URIEL


A qualidade da humildade é necessária para a mestria e permite que a natureza humana ascenda em sua divindade. É por ser humilde que vocês permitem que a voz da alma oriente a jornada da sua vida e possibilite a conexão com a Fonte, o que é necessário para se ir além da terceira dimensão. Todavia, este é um princípio tão mal compreendido, que vocês sentem que se forem humildes devem então reconhecer a sua imperfeição e desmerecimento, negar o seu poder e esperar orientação em vez de avançar por meio da intenção. O ego limita a expressão da humildade, que ele percebe como sendo o passo final para a sua destruição. Para o ego, ser humilde é negar o seu poder.

A humildade que é centrada no ego torna-se humilhação, onde o ego é limitado ou eliminado. O ego é um componente necessário da sua totalidade em corpo, mente, emoções e espírito. Não é possível limitar um dos seus aspectos e permanecer ainda completo. O ego precisa participar na jornada de sua vida, mas em equilíbrio com o espírito e não à frente ou atrás dele. Se não se der voz ao ego, ele vai desafiar a humildade e se tornará arrogante. É possível ser humilde e poderoso ao mesmo tempo, quando a humildade emana da consciência da alma do divino interno.

Quando o ego está em sua energia de arrogância, ele busca dominar e controlar. Nesse aspecto, ele age a partir do poder em vez de estar em seu poder. Assume o controle e torna-se exigente, em vez de estar no fluxo e comandar dentro dos limites da intenção que é equilibrada com o espírito. A definição de humildade para o ego é ser humilhado, abatido, separado, limitado e degradado. É o medo do ego de estar separado da sua identidade que deixa que ele insista em ser a voz de liderança e a presença em sua realidade. E, à medida que reconhecem e aceitam o seu poder, vocês dão ao ego uma voz igual na jornada de desenvolvimento da sua vida, que é equilibrada com o espírito e está plenamente em parceria com o ego divino/espírito. Então, a humildade pode ser aplicada e o ego compreende que, ao ser humilde, ele se rende ao espírito.

Os humildes são os mais poderosos em seu meio. Eles não temem perder o poder, não são arrogantes ou controladores, não precisam dominar, porque o seu ego está equilibrado com o espírito. O mestre aceita a humildade dentro do contexto de receber orientação do espírito, buscar iluminação e render a vontade humana à Vontade divina. Ser humilde afirma o seu poder e transforma o seu caminho à medida que vocês acolhem o potencial ilimitado dos seus aspectos mais elevados. Quando vocês sabem que o seu poder maior emana da humildade, de ser humilde e de render-se à Vontade divina, o seu caminho de vida se revela para expressar ideias e potenciais que o ego não pode sequer imaginar. Sejam humildes, rendam-se à Vontade divina, permitam que o ego encontre a paz em espírito e a sua humildade os ajudará a criar uma realidade poderosa, bênçãos abundantes, amor e alegria que são a dádiva da sua alma.

Saudações!



Canalização de Jennifer Hoffman  em 25/03/2012
 www.adavai.wordpress.com/

terça-feira, 27 de março de 2012

SEMENTES BRILHANTES vs PROFECIAS APOCALÍTIC​AS


Para ver coisas novas, é necessário renovar o olhar e a maneira de sentir a vida.


Falar de coisas futuras, mas com vários vícios antigos dentro do coração, é engano certo!


Cada ser é um universo em miniatura, um microcosmo cheio de pensamentos e sentimentos, um infinito de possibilidades no tecido vivo de si mesmo.


Quando se olha o universo externo, com o olhar que já viaja pelo infinito de dentro, tudo muda.


Quando se busca voar por fora, mas com o voo equilibrado, por dentro, em si mesmo, tudo muda.


Quando se toma consciência de que o amor é o grande lance, tudo muda, por dentro e por fora.


Quando há certeza íntima de que a consciência é imperecível, que não nasce nem morre, apenas entra e sai dos corpos temporários e perecíveis, dentro do eterno jogo de viver, tudo muda.


Quando a paz floresce nos jardins secretos do coração, todos os dias tornam-se milagres de beleza e alegria.


Então, se reconhece que cada alvorada é fonte de recomeço, e que é possível quebrar paradigmas


antigos e abrir-separa o novo dia que chama para novas possibilidades de aprendizado e regeneração.


No Céu ou na Terra, a vida é a mesma! Só mudam os planos de manifestação e a maneira como cada ser percebe e vive a realidade que se faz presente ao seu redor e por dentro dele mesmo.


Paraíso e inferno são portáteis: cada um carrega o seu dentro do coração.


Cada um faz germinar, no terreno da própria vida, aquilo que já carregava como semente em si mesmo.
A semente brilhante no coração, com o adubo certo da luz, germinará, no ser, os olhos brilhantes ao observar a vida. Contudo, a semente cinzenta roubará o brilho da expressão e tornará a observação da vida algo doloroso e apagado.


A Grande Viagem, que acontece no mais profundo do coração espiritual, é o que propicia os recursos saudáveis para as viagens de fora.


Como diz um ditado popular, não é o que acontece que é importante, mas aquilo que você faz com o que acontece.


Muitas vezes, da mesma tribulação, surge o herói - que tirou uma lição do que aconteceu; e o revoltado - que não viu lição alguma, e só se estressou diante da prova.


São as coisas de dentro que determinam o que fazer diante das coisas de fora!


Logo, independentemente do que rolar por fora, que haja algo bom por dentro de cada um, para superar o que vier e saber tirar a lição de cada situação.


A vida é valiosa. Todavia, saber viver é mais valioso ainda.


O passado já foi. O futuro está em aberto, dependendo do que rolar hoje...


O aqui e agora é o momento real. Por isso ele é chamado de PRESENTE!


Sim, é um presente mesmo, pois é nele que consertamos os erros antigos e abrimos novos rumos para o porvir...


O presente é um presente, para quem tem olhos brilhantes para ver.


E quem já carrega sementes brilhantes no terreno de si mesmo, adubadas pela luz e pelo discernimento, com certeza fará germinar pensamentos e sentimentos brilhantes, tanto no universo de dentro, quanto no universo de fora.


Na Terra ou no Espaço, dentro ou fora do corpo, somos nós mesmos, nem mais nem menos... Consciências imperecíveis, eternamente aprendendo a arte do jogo de viver.


(Dedico estes escritos a todas as pessoas que batalham por climas melhores na existência, sejam elas quem forem, independentemente de raça, sexo, religião ou condição social.)


Essas pessoas que sempre veem a riqueza da vida, mesmo cercadas de problemas variados e de provas difíceis.
Essas pessoas que não falam de profecias apocalípticas nem de separação celeste do joio do trigo, e que se consideram normais demais para serem escolhidas da nova era ou abduzidas por seres celestes na calada da noite.
Essas pessoas que ajudam os outros, sem nada esperar.
Essas pessoas que não julgam a conduta alheia nem medem a espiritualidade de outros.
Essas pessoas que fazem o bem sem olhar a quem, e que confiam num AMOR QUE AMA SEM NOME! 
Essas pessoas que vivem o aqui e agora, sempre aprendendo...
Essas pessoas que não temem o futuro nem a morte, pois sabem que a consciência é imperecível.
Essas pessoas às quais as profecias funestas não assustam, venham de onde vierem.
Essas pessoas que sabem que estão na Terra por um tempo de vida, e que procuram preencher esse tempo com atitudes sadias.
Essas pessoas que sabem que carregam qualidades e defeitos, como todos, e que procuram, gradativamente, dia após dia, aumentar as qualidades e diminuir os defeitos.
Essas pessoas que não tentam se passar por escolhidas de alguma coisa superior, pois são apenas consciências procurando aprender a fazer o melhor possível, na Terra ou além...
Essas pessoas normais demais para se sentirem diferentes dos outros.
Essas pessoas, de todas as raças e idades, que batalham por valores sadios, mesmo no meio da loucura dos homens que devastam a natureza do planeta todos os dias.
Essas pessoas que nada esperam, apenas ajudam como podem, dentro do contexto em que a vida os colocou.
Essas pessoas que sabem que o TODO está em tudo!
Essas pessoas que, dentro ou fora do corpo, são maravilhosas!
A todas elas, a mais profunda admiração e respeito.


P.S.:
Escrevi este texto logo após ter sido, mais uma vez, abordado por alguém portando mensagens que falavam de possíveis catástrofes e eventos apocalípticos preconizados por seres extraterrestres para o futuro da humanidade.(Nota do Autor)


Ao longo dos anos, isso me aconteceu muitas vezes: alguém cobrando os motivos de eu não abordar temas como astro-chupão, apocalipse, ou a separação dos escolhidos por parte de algum poder superior


O motivo é simples: estou procurando viver o aqui e agora, para aprender o que tenho que aprender. Não sou juiz da nova era para saber quem tem nível espiritual ou não. Mal dou conta de trabalhar a mim mesmo, tentando crescer.


Não tenho a mínima idéia do que irá acontecer amanhã. Só sei que não é possível eu morrer (ou ninguém), pois tenho certeza de que sou consciência imperecível. Se amanhã rolar algo catastrófico, de qualquer maneira, vou me sair muito bem disso: vivo, com ou sem corpo. Se eu ficar encarnado, continuarei tentando crescer; se eu desencarnar e passar para o lado de lá, também continuarei tentando crescer... Aliás, como eterno aprendiz da vida, que outra coisa eu poderia fazer, a não ser procurar crescer?


Tenho observado ao longo dos anos de prática espiritual e contato com público grande, que a maioria do pessoal que fala muito de catástrofes nunca acha que acontecerá algo com eles, os escolhidos e virtuosos, só com os outros, os infiéis (segundo suas ridículas escalas de ego de quem são os escolhidos da nova era).


Também tenho observado, nesse pessoal, um grande medo da morte, naturalmente bem disfarçado dentro de seus parâmetros egoístas. Se eles sabem que não morrem e que a consciência é imperecível, por que é que falam tanto de possíveis catástrofes e do risco de morte?


O motivo é simples: eles não têm certeza de nada, estão apenas cheios de crenças nisso ou naquilo, sempre prescindindo do mais elementar bom senso para avaliar as coisas.


Se o mundo for acabar amanhã, ainda tenho o dia de hoje para tentar crescer!


Morrer, seja de ataque cardíaco, acidente, ou de apocalipse, nem pensar!


Não dá para morrer, de jeito nenhum; só dá para descascar mais uma vez e seguir além, para a vida em outros planos, como já fizemos tantas outras vezes no passado.


Parte desse pessoal apocalíptico não irá morrer amanhã; eles morrerão antes, de medo!


Repito: não tenho a mínima idéia do que rolará amanhã. Tudo é possível, desde um dia normal, até mesmo um maremoto ou guerra (fatos comuns ao longo da história da humanidade).


Os extraterrestres irão descer ou não? Sei lá! Só sei que eles e nós, e tudo mais que exista no universo somos partícula de luz do mesmo TODO que está em tudo!


Não pretendo ser salvo de nada, só de minha própria ignorância. E isso é comigo mesmo; nada tem a ver com seres de outros lugares do universo. É questão íntima e faz parte do meu aprendizado. Com a presença de seres de fora ou daqui mesmo, preciso crescer e aprender muito... Dentro ou fora do corpo, aqui ou além.


Que o homem está destruindo o meio-ambiente e detonando a natureza, isso é fato! Que surgirão consequências disso, é óbvio! Que, se não dermos logo um jeito de consertar isso, a atmosfera, o clima, a água e o verde ficarão irreversivelmente contaminados por nossa insanidade coletiva.


Tudo isso já é preocupante, nesse nível onde estamos vivendo, nessa casa planetária, que é um ser vivo igualzinho a nós mesmos. Precisamos despertar a consciência, para olharmos com outros olhos e renovarmos nossas escolhas, nossos atos e nossa responsabilidade com o planeta que nos abriga no momento.


No entanto, isso não tem nada a ver com os devaneios de quem, no fundo, tem medo de morrer e fica profetizando o pior. Tal postura é herança psíquica do obscurantismo dos fundamentalistas de épocas passadas, que falavam as mesmas coisas, só que de outros jeitos, mas sempre ameaçando, julgando e escolhendo os eleitos de algum lance apocalíptico.


Será que são os mesmos, que ficam reencarnando e repetindo o padrão antigo de não ver o aqui e agora e, como fuga da realidade, projetam o olhar numa visão futura mais amena do que o vazio consciencial de suas vidas no presente?


E, alguns, que supostamente viram o apocalipse futuro, não estariam, na verdade, apenas vendo catástrofes anteriores, passadas por eles mesmos, em outras vidas? Ou seja, o que era retrocognição*, foi interpretado como pré-cognição?


Bom, independentemente de qualquer coisa, ninguém morre mesmo!


Ainda bem que não sou dono da verdade de ninguém. Não sendo mestre, nem de mim mesmo, como poderia orientar os outros sobre temas desse porte?


Então, deixo isso a cargo de quem se julga escolhido da nova era, sábio, guru, mestre, emissário da nave tal, ou enviado virtuoso de algum poder superior...


Esse é o motivo pelo qual não gosto de falar dessa temática em particular.


Estou de olhar novo no aqui e agora, louco para aprender o que tenho que aprender. Quem sabe do meu amanhã é O Grande Arquiteto Do Universo, senhor de todos os tempos. Só sei que, dentro ou fora do corpo, serei sempre eu mesmo, um espírito imortal, uma consciência imperecível.


A grande catástrofe não virá de fora.


Ela já está dentro, como semente cinzenta, nos corações dos que não vêem o brilho real além das aparências.


Ela é esse medo infeliz da morte, mesmo com a pessoa sabendo que não morre!


Ela é esse olhar radical dos escolhidos new age, separando o joio do trigo místico que inventaram.


Ela é a viajada na maionese psíquica de se achar acima da humanidade normal.


Ela é a fuga da realidade e a covardia de não tentar ser feliz, aqui e agora!


Ela é a inércia milenar de sempre esperar a salvação vinda de fora de si mesma, seja por parte de um mestre ou de um extraterrestre qualquer.


Ela é a masturbação psíquica de não saber transar com a vida presente. Ela é o que faz as pessoas olharem somente para fora.


A grande catástrofe é não conhecer a si mesmo!


O grande maremoto é o das emoções pesadas, que acalentamos em nossos corações e que destroçam as praias de nosso equilíbrio vital.


O grande asteróide-chupão é aquele medo danadinho, que CHUPA todo bom senso de dentro do céu de nós mesmos.


O grande terremoto está em nossas mentes; são os pensamentos negativos que fazem as placas tectônicas da nossa autoestima se chocarem, causando a destruição de nosso discernimento.


Sem amor e discernimento na consciência, tudo parecerá catástrofe, dentro ou fora do corpo, na Terra e além...


Talvez por isso, do centro de sua sabedoria serena, Buda tenha ensinado o seguinte: "Abaixo da iluminação, só há dor!"


Sim, ele estava certo. Sem a iluminação interior, o resto é o olhar cheio de trevas para a vida, seja o passado, o agora, ou o amanhã.


Oxalá todos nós despertemos coletivamente nessa luz do entendimento e da paz; para consertarmos as coisas e devolvermos o equilíbrio à nossa Mãe Terra, que merece todo nosso respeito, admiração e agradecimento.


Que me perdoem os apocalípticos de plantão, mas sou mais pela sabedoria da vida.


Sou um espírito e sei disso! E não há nada que possa mudar isso.


Que o futuro venha, como deve ser!


Que as culpas do passado sejam esquecidas e perdoadas; que fique só o aprendizado, para não haver repetição.


E que o presente seja o que ele é: um presente.


Na carne ou fora dela, na Terra ou além, sejamos felizes, aqui e agora, como deve ser!


Paz e Luz.


 Reflexão de Wagner Borges - sujeito com qualidades e defeitos, espiritualista consciente, não escolhido, não resgatável, mestre de coisa alguma, aprendiz da vida e neófito do TODO, ao qual sempre agradece, por tudo.


 - Nota:
 * Retrocognição - do latim, Retro, Atrás; e Cognoscere, Conhecimento - mais conhecida popularmente como regressão de memória.
fonte: www.somostodosum.com.br

segunda-feira, 26 de março de 2012

ENVIAR SUAS INTENÇÕES PELA PAZ E LUZ AGORA CERTAMENTE SERIA UMA BOA IDEIA – MENSAGEM DE ARCANJO MIGUEL

Nossa mensagem é sobre suas preparações de último minuto para as mudanças que nós prometemos.

Enviar suas intenções pela paz e luz agora certamente seria uma boa ideia.

Estar preparado para problemas e, então, não esperar nenhum.

Também, agora vocês têm disponível informação sobre a vinda de sua abundância.

A maioria de vocês tem pouco conhecimento ou experiência dessa circunstância.

Vocês podem facilmente imaginar alguns "chegando ao extremo", como vocês diriam.

Nós obviamente não recomendamos isso.

Considerem o que aconteceria se todos desistissem de seu trabalho produtivo.

Agora vocês não somente perceberão o valor de cada um para a sociedade como também o seu próprio valor.

Talvez vocês devessem agradecer a todas essas pessoas que fazem as tarefas que vocês consideram desagradáveis.

Essas tarefas em breve não serão necessárias, mas elas não desaparecerão da noite para o dia.

Se vocês perderem todos os trabalhadores braçais, alguém terá que contribuir e fazer essas coisas.

Vocês têm a honra de agradecê-los e se possível ajudá-los.

Não entrem nessa de reclamar da situação, vocês somente a prolongariam.

Nós confiamos o suficiente na humanidade para ver que pequenos esforços em fazer as coisas necessárias resultarão em vidas melhores para todos.

É possível que seu antigo emprego gradualmente não seja mais necessário.

Isto não será algo para se preocupar.

Encontrem um modo de contribuir.

Sua sobrevivência e conforto não estarão mais em questão.

Percebam que muitas pessoas não sabem conscientemente que estas coisas estão a caminho, e muitas mais ouviram e leram sobre elas e se recusam a acreditar.

Suas respostas calmas aos medos delas evitarão muitos problemas.

Vocês começarão a entender por que tantos de vocês estão isolados há tanto tempo.

Vocês se posicionaram em áreas onde vocês são necessários.

Esta mensagem foi meio vaga...

Nós esperamos que ela alimente seus pensamentos.

Também esperamos que vocês vejam que ela significa que a sua vez está quase chegando.

Estejam na Alegria e na Paz.




Canalização de Ron Head em 23/03/2012
http://oraclesandhealers.wordpress.com/
Fonte: http://lightworkers.org/channeling/

domingo, 25 de março de 2012

VIGILÂNCIA INTERIOR


Todos os homens e mulheres têm, sem saberem, uma enorme reserva de força e energia, muita da qual fica sem uso. Se estas forças não forem dirigidas conscientemente, nem utilizadas construtivamente em qualquer tipo de trabalho físico, intelectual ou artístico, então tal como o leite azeda quando não é consumido, estas forças tornam-se negativas, ou mesmo, destrutivas – como pode ser visto em muitos adultos e crianças.

A prática da concentração caminhando no exterior

Por razões especiais, incompreensíveis ao homem vulgar, a vida procria em excesso de abundância – mas as leis cósmicas obrigam a que, nada no universo fique estático, sem uso ou seja desperdiçado. Quando estas forças não produzem – dependendo do tipo de pessoa e do temperamento – ora se viram para dentro, atuando contra a própria pessoa e eventualmente destruindo-a sem que o saiba, sob a forma de preocupações, e ansiedades, depressões, ora se viram para fora, ora se transformam em sensualidade, propagando tensões, e brigas à sua volta – e até, em escala maior, engendrando guerras! Estas energias extras no ser humano destinam-se à demanda espiritual e aos seus esforços, bem como adornar o mundo com a Beleza de grandes criações artísticas. Quando estes fins não são cumpridos, então, como sempre acontece, a gravidade puxa estas forças na única direção para que podem ir – para o fundo.

Muitos estados de depressão, emoções negativas e desejos sensuais são, em geral, sinais de energias não usadas. Sempre que surgem, um aspirante vigilante deveria reconhecer imediatamente estes sintomas, tentando converter estas forças numa solução positiva e criativa, antes de poderem estagnar e o minar, inundando-o ocultamente com pensamentos e sentimentos destrutivos.

Quanto mais alto subimos numa montanha, mais rarefeita e pura é a atmosfera; e quanto mais perto do cume estivermos, mais vasta e imponente é a perspectiva. De forma semelhante, existem diversos níveis de consciência no Universo, desde os mais elevados aos mais baixos. Nas misteriosas esferas superiores, reinam os Devas (deuses sublimes) refletindo em redor seu divino resplendor sob a forma de luz espiritual, sentimentos gloriosos e dons de inspiração artística; ao passo que as regiões inferiores são habitadas por Asūras (deuses demoníacos), que espalham negras influências por todo o lado. E o ser humano carrega bem dentro de si estes dois extremos. Se não lutar conscientemente para se elevar aos níveis superiores, inevitavelmente, os aspectos inferiores da sua natureza, o dominarão, usando-o sem que se aperceba, acabando por consumir a sua vitalidade.

Um aspirante sábio e atento fica de guarda e protege cuidadosamente as suas forças de poderem ser furtivamente desviadas, e desbaratadas em emoções negativas, imaginações fúteis e atividades desnecessárias. Ele sabe que necessita de cada gota da sua energia para práticas espirituais, e que é essencial economizá-las. Contudo, se, em determinadas ocasiões, se encontrar perturbado, agitado ou deprimido, e, por qualquer razão, não for capaz de readquirir a força que o pode libertar desse estado, então, antes que este reúna demasiado momentum descendente ampliando o seu domínio, é preferível deixar esta prática espiritual e decidir-se por uma outra, como por exemplo, caminhar; uma forma de exercício espiritual que, de qualquer maneira, deverá utilizar sempre, principalmente, se estiver no exterior.

Esta técnica de andar, não só utiliza a sua energia de forma produtiva em dias em que não consiga dominar o seu estado interior, como também lhe abre novas vias para realizações espirituais mais profundas de auto-conhecimento. As dificuldades que tiver com este exercício ajudá-lo-ão a compreender melhor, não só a necessidade imperiosa de se manter num estado de recolhimento interior intenso e ativo, como também de meditar serenamente dentro das paredes de um mosteiro ou do seu quarto. Se isto falhar, todas as realizações espirituais, por muito elevadas que sejam, não poderão ser implementadas na vida ativa, e não conseguirá prever como enfrentará ou reagirá aos ventos imprevisíveis e impiedosos do mundo exterior, sempre que o destino, inexplicavelmente, o lançar no meio deles.

Porque, mesmo que consiga retirar-se da vida exterior por algum tempo, mais tarde ou mais cedo, terá de deixar a proteção da sua reclusão e partilhar com a humanidade agonizante os frutos da sua colheita espiritual – os quais, por lei divina, não poderá guardar só para si.

Esta nova prática tão importante acima mencionada consiste em concentrar toda a sua atenção nas solas dos pés enquanto anda na rua. Geralmente, quando se caminha, nunca se está corretamente presente nem consciente. Movimenta-se num estado de distração mental, perdido num labirinto de imaginações fúteis. Para começar a compreender o sentido da sua existência, e o que lhe é exigido pela Mente Suprema Universal, que lhe deu o sopro da vida e a inteligência, é preciso entender primeiro este dramático problema, que é o estranho estado de esquecimento, no qual passa a sua vida. E bem precisa de toda a ajuda possível.

Os seus esforços serão largamente facilitados se souber manter-se presente nesta prática, sentindo as solas dos pés, de cada vez que tocam o chão. Neste trabalho específico, a concentração nas extremidades das pernas vão mostrar quão importante é largar os pensamentos usuais, permitindo que surja uma nova forma de consciência para substituir a mente inferior. Se o seu eu inferior não mudar consideravelmente, pelo menos dando espaço a algo mais valioso, esta consciência luminosa, que embora ignorando, transporta no seu íntimo, não conseguirá emergir e destacar-se suficientemente de forma a que a sua presença seja sentida.

Será conveniente que não se aventure em tarefa tão difícil e invulgar, sem alguma preparação primeiro - caso contrário vai esquecer-se de a praticar a maior parte das vezes, ou então nem terá a força necessária nem a determinação, para manter tão extenuante luta. Os seus esforços, cada vez mais débeis, não trarão resultados positivos.

De cada vez que pensar sair, deverá preparar-se interiormente, nem que seja só por trinta segundos. E, antes de começar este exercício, ou qualquer outro, deve sentir, primeiro, o que está em jogo em tais momentos.

Em vez de consentir que a mente divague desordenada em dispersões vãs, deve habituar-se sempre a permanecer atento neste importante trabalho, usando da máxima sinceridade. Deverá praticar com tenacidade e de forma continuada este especial exercício, até ser capaz de se manter ligado interiormente, sem esforço, com a Origem Superior, ao longo de todas as atividades externas, podendo um dia não precisar mais deste suporte temporário, ou só precisar dele de tempos a tempos, em alturas de maior dificuldade interior.

O aspirante não deverá desistir deste trabalho especial pelo fato de poder encontrar, ao princípio, grande resistência no seu interior. Como verificará, o mais leve e inesperado movimento ou som pode, subitamente, distraí-lo do seu objetivo: pode ser um peão que acidentalmente colida com ele, uma mosca que insiste em posar na sua cara, ou o ladrar sonoro de um cão – seja o que for, antes de se aperceber do que aconteceu, já se ausentou!

No começo dos seus esforços para ficar “presente”, descobrirá que, mal deu os primeiros passos, e de uma maneira inexplicável e abrupta, ausenta-se e dispersa-se de novo, completamente esquecido do seu importante trabalho espiritual e da intenção de permanecer concentrado. Dois, ou mesmo cinco minutos mais tarde, também se surpreenderá quando, inesperadamente, como um raio, se der um estranho, inexplicável e muito rápido movimento para dentro - cujo significado não consegue apreciar nem entender, ao princípio – voltando a recuperar consciência de Si! Nesse preciso momento, percebe, que, nem só já se tinha esquecido deste exercício, como – o que é mais curioso ainda – de uma forma incompreensível o conhecimento e a percepção da sua existência foram estranhamente apagados ao mesmo tempo. Foi engolido misteriosamente e – por assim dizer - “morreu” neste estado de esquecimento de si!

O aspirante deve ter um cuidado especial para não se irritar nem ser intolerante para consigo, de cada vez que, assim, perde, o fio condutor da sua atenção.
Deve recomeçar de forma paciente e persistente, com maior determinação ainda, fixando a atenção, e sentindo, as solas dos pés a descer e a tocar o solo. Com este processo, vai, entre outras coisas, começar a conhecer-se como é de verdade. Começa a reparar em todos os sentimentos ocultos, cambiantes e contraditórios, as suas inconscientes inclinações para criticar, desejos, tensões, inquietações e muitas outras coisas que, de outra forma não conheceria.

Se, ao longo desta prática encontrar muita dificuldade em manter-se recolhido no seu interior, deverá tentar ir de uma árvore à outra (sem ter de olhar para elas obrigatoriamente), usando a distância que as separa como suporte adicional, enquanto mantém a atenção fixada na sola dos pés. Se não houver árvores por perto, qualquer outro objeto serve para o fim. Quando chegar a esse marco, deve almejar imediatamente outro. Deverá, porém, aumentar gradualmente a distância entre eles, a cada dia que passa, até poder largar totalmente esta referência de apoio.

É este movimento misterioso para o seu interior que terá de captar e perceber com clareza. Contudo, esta compreensão não deverá ser mental, mas intuitiva. Posteriormente não conseguirá deixar de notar como, – i.e., quando recuperar a consciência de si – de cada vez que o esquecimento de Si desce e o subjuga, este estado caracterizado pela desorientação do seu ser, identificado com o aspecto inferior da sua natureza, fantasias intermináveis, ambições, frustrações, preocupações e esperanças impraticáveis, todas, tal qual um caleidoscópio, constantemente a mudarem e, substituindo-se umas às outras a cada momento.

Em contraste, de cada vez que este súbito desaparecimento interno se dá, o praticante experimenta, por um breve instante, outro estado de consciência que não dura muito – um invulgar, estado de consciência distante que pode perder, ou não perceber com clareza ao princípio. Este movimento para dentro é tão reduzido inicialmente, e dá-se tão depressa, que lhe pode escapar o profundo significado e importância, se não tiver um professor iluminado que lho assinale e transmita.

Consoante o aspirante vai perdendo e ganhando esta consciência especial de Si, progressivamente vai compreendendo mais e melhor este estranho fenômeno do seu “desaparecer e reaparecer”. Intuitivamente começa a perceber o que acontecia, quando se perdia antes, e era chamado para outro estado de existência. Eventualmente chegará a compreender que, de cada vez que se dá este movimento estranho e inexplicável para o seu interior, é como um re-nascer, e sempre que o movimento contrário acontece, para fora e “para longe” dele, é como uma morte.
Descobre que “morre” no seu estado habitual de esquecimento, a cada instante da sua vida e sem que se aperceba.

Quando mais tarde, após longa prática, for capaz de permanecer consciente por períodos mais longos, começa então a viver, ver, e ouvir de maneira diferente. Imbuído deste aspecto impessoal superior, começará – com pequenos lampejos ao princípio – a ver as coisas como são. Compreenderá os sentimentos dos outros e lerá mensagens misteriosas nas árvores, nas montanhas e em todas as coisas em que os seus olhos vejam.

Um ser humano só pode viver mais plenamente se for capaz de estar presente e ligado à sua Origem Suprema - este Espectador misterioso, silencioso e distante.

A força aumenta quando usada sábia e construtivamente. Se for bem usada, cresce e recompensa o utilizador tornando-o ainda mais forte – tal como um agricultor quando faz um esforço inicial para lavrar o campo e semear alguns grãos de trigo e, de forma enigmática, o solo acaba por produzir uma colheita maior do que previa. Se o aspirante conseguir a força interior necessária para começar os esforços preliminares que o concentrem em si, passa a viver em níveis superiores de consciência, reunindo cada vez mais energia, que o levará a esforços ainda maiores, alcançando planos de existência mais elevados.

Dessa forma, através dos seus esforços, obterá maior crescimento espiritual e transformação – já que ninguém o pode fazer por ele e trabalhar para a sua redenção, tal como ninguém consegue colher vitalidade e proveito da refeição comida e digerida por outrem.

Quando usada, a força cria mais força. Ao trabalhar com tenacidade para a sua iluminação e salvação, o aspirante descobre que desenvolve o poder interior de concentração e a capacidade de atenção. E isto aumenta a intuição, insight e inteligência a um tal nível superior que, de cada vez que entram em ação, expandem miraculosamente e germinam, dando lugar a uma maior sabedoria num plano ainda mais elevado.

Quanto mais se faz, mais será possível fazer, e quanto menos se faz, menos se fará.

Se, o praticante usando de perseverança e esforços fervorosos, atingir algum nível de iluminação e realizar a natureza deste Ser Verdadeiro, sempre que ocorrerem momentos de esquecimento e repentinamente “voltar a Si” (relembrando, i.e., olhando para dentro para a presença deste “Espectador” imparcial e silencioso), invariavelmente saberá que este aspecto misterioso e luminoso da sua consciência esteve sempre lá, nunca deixando de brilhar, iluminando o seu ser com todo o seu esplendor. De fato, esteve lá sem cessar, sem nunca o abandonar. Se, ocasionalmente, puder pensar que “Ele” se ausentou, na verdade, quem desviou o olhar e “O” esqueceu, foi ele.

Após algum tempo, ao olhar para trás, o praticante ficará surpreendido ao notar, que, paradoxalmente, até esses períodos de “esquecimento” têm o seu lugar e significado próprios no esquema das coisas, por forma a auxiliá-lo na elevação a planos superiores do seu ser. Naturalmente que não terá passado despercebido, (à parte de outros problemas exteriores e sofrimentos que este esquecimento lhe trazem), que, de cada vez que perde a consciência de Si, e que a atenção e os interesses são novamente arrastados para devaneios e atividades inúteis, acaba por cair num vazio e numa solidão terrível nas profundezas da sua alma. Verá, então, com clareza, que os únicos momentos em que se encontra plenamente consciente da sua existência, e possui um sentimento de totalidade, são os momentos em que o seu olhar se vira para dentro, para a luz da sua natureza superior.

Mais adiante, compreende ainda que, sempre que se afunda de novo no seu estado de oblívio, já não é o mesmo estado de esquecimento de antes – porque, nesses momentos, vive uma sensação estranha e intransmissível de se sentir desconfortavelmente à vontade. Se for bastante sensível para reconhecer imediatamente esta condição, poderá transformar esta estranha e desconfortável sensação num outro instrumento ou numa lembrança que sirvam para se libertar daquilo que o absorveu de forma tão inútil, podendo regressar à consciência do seu ser superior e verdadeira vida, habitando desperto na paz da sua morada interior.

15º Capítulo da obra de Salim Michael "A Via da Vigilância Interior" editado por Publicações Maitreya. 
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sábado, 24 de março de 2012

ENCERRANDO CICLOS

"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver."

Encerrando Ciclos

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram...

Foi despedida do trabalho?

Terminou uma relação?

Deixou a casa dos pais?

Partiu para viver em outro país?

A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.

Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo, enquanto não entender as razões que levaram certas coisas que eram tão sólidas e importantes em sua vida serem, subitamente, transformadas em pó.

Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará... não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor possibilidade de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...

Por isso, é tão importante, por mais doloroso que seja, destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem...

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora, soltar, desprender-se... Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas portanto, às vezes, ganhamos, e, às vezes, perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que compreendam seu amor... Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre o mesmo programa, que mostra seu sofrimento por determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais...

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa. Lembre-se que nada ou ninguém é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos, não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque, simplesmente, aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.

Deixe de ser quem era, e se transforme em quem você é...

Esta é a Vida!!!

 De Glória Hurtado - psicóloga e colunista colombiana - Publicou “Cerrando Ciclos” no Jornal El Pais de Cali
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